Atenção, empresas: A Justiça do Trabalho elevou o padrão de exigência! Agora, o foco vai muito além das relações individuais, incorporando os critérios de ESG (Ambiental, Social e Governança) como a nova bússola da responsabilidade social corporativa. O pilar “S” (Social) está no centro das atenções, demandando um compromisso real com a Diversidade e Inclusão (zero tolerância a assédio e discriminação), gestão de riscos psicossociais como o Burnout e fiscalização rigorosa dos Direitos Humanos em toda a cadeia produtiva (adeus, trabalho escravo e infantil!). A falha nesses aspectos é arriscada e pode custar caro: preparem-se para pesadas indenizações por danos morais coletivos e ações incisivas do MPT. O bom desempenho social é a nova exigência legal!
Complementarmente, a Governança (“G”) exige máxima transparência e ética, com a Justiça de olho na Equidade Salarial (reforçada pela Lei nº 14.611/2023) e na existência de Canais de Denúncia verdadeiramente eficazes. O risco de “Social Washing” — parecer ético sem ser — está sob lupa. Empresas que investem em ESG não estão apenas ganhando um diferencial; estão cumprindo uma exigência judicial incontornável. O compromisso com o ESG se tornou a nova licença social para operar, determinando a sustentabilidade, a reputação e, crucialmente, a permanência da sua empresa no mercado. Sua empresa está preparada para essa transformação?
Por: Dayanna Roberta Cortez Lopes de Mattos