MECANISMOS DE DEFESA DA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA PARA COIBIR TRANSAÇÕES GOLPISTAS

Embora hoje existam diversos mecanismos de defesa contra transações fraudulentas, como biometria e autenticação facial, ainda há um grande volume de golpes aplicados contra os usuários dos bancos.

Assim como a inteligência artificial tem sido amplamente utilizada para aumentar a segurança do usuário e oferecer facilidades no dia a dia, os golpistas também estão constantemente se atualizando, criando novas estratégias para induzir o usuário ao erro.

O que poderia ser feito além de tantos métodos de segurança, se até o reconhecimento facial pode ser burlado por meio de uma simples foto, ou até mesmo pelo uso da própria IA?

Atualmente, combater esse tipo de fraude tem se tornado cada vez mais complexo. Se o usuário tenta realizar uma transação fora do seu padrão habitual, o banco costuma bloquear a operação, às vezes exigindo contato direto com a agência para liberação. Enquanto isso, golpistas realizam empréstimos e transações de grandes valores com naturalidade, explorando brechas nos sistemas de segurança.

Para proteger o banco contra esses prejuízos financeiros e o desgaste decorrente de processos judiciais, seria importante reforçar a biometria comportamental do usuário. Considerando que o reconhecimento facial pode ser facilmente falsificado por meio de fotos, poderíamos implementar um mecanismo adicional que exija, para transações atípicas, uma confirmação em tempo real via chamada de vídeo, garantindo assim a autenticação genuína do cliente.

Talvez essa mudança seja uma boa medida inicial. À medida que a tecnologia avança, precisamos evoluir ainda mais para combater as práticas fraudulentas.

Por: Pedro Henrique Souza da Silva

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